Argumentamos
quando oferecemos razões
(ou premissas) para
justificar/provar/fundamentar uma tese
(ou conclusão).
Tese
(apenas uma): o
que se procura justificar.
Razão
(uma ou mais): o
que justifica a tese.
Exemplo
1:
O professor nos disse que a aula de Física será no turno da manhã
ou no turno da noite. Acabei de verificar na direção da escola que
não será no turno da noite. Logo, a aula de Física será no turno
da manhã.
Razão
1:
O professor nos disse que a aula de Física será no turno da manhã
ou no turno da noite.
Razão
2:
Acabei de verificar na direção da escola que não será no turno da
noite.
Tese:
Logo, a aula de Física será no turno da manhã.
Exemplo
2:
O termo “terráqueo” engloba não somente os seres humanos, mas
também plantas e animais não humanos, uma vez que o termo significa
“pertencente ou habitante da terra”.
Razão:
o
termo “terráqueo” significa “pertencente ou habitante da
terra”.
Razão
oculta:
Plantas,
animais humanos e não humanos pertencem ou habitam a terra.
Tese:
O termo “terráqueo” engloba não somente os seres humanos, mas
também plantas e animais não humanos.
Indicadores
Tese/conclusão:
no argumento acima a palavra “logo” aparece como um indicador
de tese.
Algumas palavras ou expressões que costumam assinalar a presença de
uma tese
são:
portanto, logo, dessa forma, assim, consequentemente, o que prova
que, conclui-se, segue-se, o que implica que, então, etc.
Razões/premissas:
algumas palavras ou expressões que costumam assinalar a presença de
razões
são:
porque, pois, uma vez que, segue-se do fato de que, a razão é que,
já que, visto que, dado que, etc.
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