quarta-feira, 31 de outubro de 2012

2º ANO - COLÉGIO PIRATINI, TEXTO 2



Indutivismo

De acordo com o indutivismo, a ciência começa com a observação. Afirmações a respeito do estado do mundo, ou de alguma parte dele, podem ser justificadas ou estabelecidas como verdadeiras de maneira direta pelo uso dos sentidos. As afirmações a que se chega (vou chamá-las de proposições de observação) formam, então, a base a partir da qual as leis e teorias que constituem o conhecimento científico devem ser derivadas. Eis aqui alguns exemplos de proposições de observação:

_ À meia-noite de 1º de janeiro de 1975, Marte apareceu em tal e tal posição no céu.
_ O papel de tornassol ficou vermelho ao ser imerso no líquido.

A verdade de tais afirmações deve ser estabelecida com cuidadosa observação. Qualquer observador pode estabelecer ou conferir sua verdade pelo uso direto de seus sentidos. Afirmações desse tipo caem na classe das chamadas afirmações singulares. As afirmações singulares, diferentemente de uma segunda classe de afirmações que vamos considerar em seguida, referem-se a uma ocorrência específica ou a um estado de coisas num lugar específico, num tempo específico. A primeira afirmação diz respeito a uma aparição específica de Marte num lugar específico no céu num tempo determinado, a segunda diz respeito a uma observação específica de um papel de tornassol específico, e assim por diante. É claro que todas as proposições de observação vão ser afirmações singulares. Elas resultam do uso que um observador faz de seus sentidos num lugar e tempo específicos.

Vejamos alguns exemplos simples que podem ser parte do conhecimento científico:

_ Da astronomia: Os planetas se movem em elipses em torno de seu Sol.
_ Da biologia: Todos os homens são mortais.
_ Da química: Os ácidos fazem o tornassol ficar vermelho.

Estas são informações gerais que afirmam coisas sobres as propriedades ou comportamento de algum aspecto do universo. Diferentemente das afirmações singulares, elas se referem a todos os eventos de um tipo específico em todos os lugares e em todos os tempos. Todos os planetas, onde quer que estejam situados, sempre se movem em elipses em torno de seu Sol. Todos os homens morrem, em qualquer época e lugar. As leis e teorias que constituem o conhecimento científico fazem todas elas afirmações gerais desse tipo, e tais afirmações são denominadas afirmações universais.
A questão seguinte pode agora ser colocada. Se a ciência é baseada na experiência, então por que meios é possível extrair das afirmações singulares, que resultam da observação, as afirmações universais, que constituem o conhecimento científico? Como podem as próprias afirmações gerais, que constituem nossas teorias, serem justificadas na base de evidência limitada, contendo um número limitado de proposições de observação? A resposta indutivista é que, desde que certas condições sejam satisfeitas, é legítimo generalizar a partir de uma lista finita de proposições de observação singulares para uma lei universal. Por exemplo, pode ser legítimo generalizar a partir de uma lista finita de proposições de observação referentes ao papel tornassol tornar-se vermelho quando imerso em ácido para a lei universal “ácidos tornam o papel tornassol vermelho”; ou generalizar a partir de uma lista de observações referentes a metais aquecidos para a lei “metais se expandem quando aquecidos”. As condições que devem ser satisfeitas para tais generalizações serem consideradas legítimas pelo indutivista podem ser assim enumeradas:

1. o número de proposições de observação que forma a base de uma generalização deve ser grande;
2. as observações devem ser repetidas sob uma ampla variedade de condições;
3. nenhuma proposição de observação deve conflitar com a lei universal derivada.

                                                             Adaptado de “O que é ciência afinal?”, CHALMERS, A. F.

2º ANO - COLÉGIO PIRATINI, TEXTO 1


Linguagem Comum e Linguagem Científica
Autor:Ernest Nagel
Adaptado por Márcia Tomazzoni

1. Uma característica notável de muitas das informações que adquirimos através da experiência comum é que, embora elas possam ser suficientemente precisas dentro de certos limites, raramente são acompanhadas por qualquer explicação que nos diga por que se deram os fatos alegados. Deste modo, as sociedades que descobriram os usos da roda habitualmente nada sabiam sobre forças de fricção, nem sobre as razões que fazem com que coisas colocadas em veículos com rodas possam ser transportadas com mais facilidade do que sendo arrastadas pelo chão. Muitas pessoas aprenderam que era aconselhável adubar os seus campos agrícolas, mas poucas se preocuparam com as razões para agir assim. As propriedades medicinais de plantas como a dedaleira foram reconhecidas há séculos, embora habitualmente não se tenha oferecido qualquer explicação das suas propriedades benéficas. Além disso, quando o «senso comum» tenta dar explicações para os seus fatos – como quando se explica o valor da dedaleira como estimulante cardíaco através da semelhança entre a forma da flor e a do coração humano – muitas vezes não há testes da relevância das explicações para os fatos. [...]
2. As crenças pré-científicas são frequentemente insuscetíveis de testes experimentais definidos, simplesmente por serem compatíveis de uma maneira vaga com uma classe indeterminada de fatos por analisar. O artesão que trabalha com metais pode ficar satisfeito por saber que o ferro é mais duro do que o chumbo, mas o físico que quer explicar este fato tem de ter uma medida precisa da diferença de dureza. Por isso a ciência tem por objetivo produzir explicações que sejam ao mesmo tempo sistemáticas e controláveis através de dados factuais, organizando e classificando o conhecimento segundo princípios explicativos. Na sua procura de explicações sistemáticas, as ciências devem reduzir a indeterminação da linguagem comum, remodelando-a. […] Uma consequência óbvia, mas importante, da precisão assim introduzida, é as proposições poderem ser testadas pela experiência de uma maneira mais crítica e cuidada. . […]
3. Assim, o maior rigor da linguagem científica ajuda a esclarecer o fato de muitas crenças do senso comum terem uma estabilidade que poucas teorias científicas possuem. É mais difícil construir uma teoria que, depois de confrontos repetidos com os resultados de observações experimentais rigorosas, permaneça inabalada, quando os critérios para o acordo que se deve obter entre esses dados experimentais e as previsões extraídas da teoria são exigentes do que quando esses critérios são vagos […].

Ernest Nagel, A Estrutura da Ciência, 1961, trad. de Pedro Galvão, pp. 3-9

domingo, 1 de julho de 2012

ÚLTIMA DICA PARA A PROVA DE 05/JULHO

Revisar estas NOÇÕES BÁSICAS, que servem para vocês comprenderem a ESTRUTURA dos ARGUMENTOS (está naquele material que eu passei para vocês nos primeiros dias de aula).

Argumentamos quando oferecemos razões (ou premissas) para justificar/provar/fundamentar uma tese (ou conclusão).
Tese (apenas uma): o que se procura justificar.
Razão (uma ou mais): o que justifica a tese.

Exemplo 1: O professor nos disse que a aula de Física será no turno da manhã ou no turno da noite. Acabei de verificar na direção da escola que não será no turno da noite. Logo, a aula de Física será no turno da manhã.
Razão 1: O professor nos disse que a aula de Física será no turno da manhã ou no turno da noite.
Razão 2: Acabei de verificar na direção da escola que não será no turno da noite.
Tese: Logo, a aula de Física será no turno da manhã.

Exemplo 2: O termo “terráqueo” engloba não somente os seres humanos, mas também plantas e animais não humanos, uma vez que o termo significa “pertencente ou habitante da terra”.
Razão: o termo “terráqueo” significa “pertencente ou habitante da terra”.
Razão oculta: Plantas, animais humanos e não humanos pertencem ou habitam a terra.
Tese: O termo “terráqueo” engloba não somente os seres humanos, mas também plantas e animais não humanos.

Indicadores

Tese/conclusão: no argumento acima a palavra “logo” aparece como um indicador de tese. Algumas palavras ou expressões que costumam assinalar a presença de uma tese são: portanto, logo, dessa forma, assim, consequentemente, o que prova que, conclui-se, segue-se, o que implica que, então, etc.

Razões/premissas: algumas palavras ou expressões que costumam assinalar a presença de razões são: porque, pois, uma vez que, segue-se do fato de que, a razão é que, já que, visto que, dado que, etc.

PROVA FINAL DIA 05/07/2012 - QUINTA-FEIRA PRÓXIMA


A prova e o tempo!

Pessoal, sei que muito provavelmente nesta quinta será período reduzido na escola, mas É TEMPO SUFICIENTE para vocês fazerem, já que na outra vez fizeram em aproximadamente 20min. Agora que vocês JÁ SABEM TUDO (aha!) vão fazer mais rápido ainda, creio eu! (rsrs...). Enfim.

GABARITO DO EXERCÍCIO 1 para ESTUDAR pra PROVA (que é muito similar a estes exercícios):

1) Leia as seguintes frases:

I- Ser senciente é todo aquele capaz de sentir dor e prazer.

II- Assim, pode-se afirmar que os animais não humanos são seres sencientes.

III - Os animais não humanos são capazes de sentir dor e prazer.

Assinale a alternativa correta:

a) A frase I é uma conclusão do que é afirmado nas frases II e III.

b) A frase II é uma conclusão do que é afirmado nas frases I e III.

c) A frase III é uma conclusão do que é afirmado nas frases I e II.

d) As frases não têm nenhuma relação entre si.


2) Leia o seguinte texto:

I- A astrologia pretender ser uma ciência, assim como a astronomia.

II- A utilização do método científico é imprescindível e decisivo no estabelecimento de um campo de estudo como ciência.

III- Para que a astrologia progrida e se estabeleça como ciência, deve utilizar o método científico.

Assinale a alternativa correta:

a) A frase I é uma conclusão do que é afirmado nas frases II e III.

b) A frase II é uma conclusão do que é afirmado nas frases I e III.

c) A frase III é uma conclusão do que é afirmado nas frases I e II.

d) As frases não têm nenhuma relação entre si.


3) Leia com atenção a afirmação que segue:

Uma vez que a moralidade não é relativa, ela tem um caráter absoluto e universal. Assim, como algo que é independente dos costumes de cada um de nós, a moralidade é como uma baliza, que serve para julgar os atos de todos os seres humanos, independente do espaço e do tempo ao qual pertencem”.

A expressão “uma vez que”, em destaque no texto, indica que a frase a partir dela é:

a) uma razão que sustenta o argumento apresentado.

b) uma afirmação que não tem relação com o restante do texto.

c) a conclusão do argumento apresentado.

d) uma afirmação sobre a falta de moralidade na sociedade.


4) Leia o raciocínio abaixo:

I- Alguns cientistas defendem que ambas as hipóteses estão corretas e interligadas.

II- Assim, caso estes cientistas estejam certos, é plausível supor que este fenômeno, de ocorrência cíclica, foi acelerado em virtude da intervenção humana nas condições climáticas da terra.

III- O aquecimento global pode ser fruto de um fenômeno cíclico, portanto natural, que ocorre na terra, ou é fruto da intervenção humana nas condições climáticas.

Assinale a alternativa correta:

a) A frase I é uma conclusão do que é afirmado nas frases II e III.

b) A frase II é uma conclusão do que é afirmado nas frases I e III.

c) A frase III é uma conclusão do que é afirmado nas frases I e II.

d) As frases não têm nenhuma relação entre si.


5. “Achamos injusto qualquer infração à regra de justiça. A regra de justiça determina que as pessoas sejam tratadas igualmente e que situações similares sejam resolvidas da mesma maneira. Dessa forma, o sentimento de alguém que é vítima de injustiça resulta, inicialmente, de uma comparação com outras pessoas que acredita serem iguais a ela e que foram de alguma forma favorecidas.”

A expressão “dessa forma”, em destaque no texto, indica que a frase a partir dela é:

a) uma razão que sustenta o argumento apresentado.

b) uma afirmação contra as pessoas que foram favorecidas.

c) a conclusão do argumento apresentado.

d) a afirmação de que as pessoas devem ser tratadas da mesma maneira.


GABARITO - Correção dos últimos exercícios


Como combinamos, estou enviando o gabarito (a correção) dos últimos exercícios que fizemos. Em função do pouco tempo que tivemos para trabalhar com este tipo específico de exercício, a identificação de premissa e conclusão em pequenos trechos, resolvi deixar este exercício sem nota. O teste de 05/07 sim, terá a nota maior.

CORREÇÃO

1) Se sabemos, por exemplo, que o sol é uma estrela, é porque acreditamos nisso. Se não acreditamos que
o sol é uma estrela, então também não podemos saber o que é. Logo, sem crença não há conhecimento. (Fonte: A Arte de Pensar, p.15 – adaptação)

P1. Sabemos (por exemplo, que o sol é uma estrela) porque acreditamos.
P2. Se não acreditamos (que o sol é uma estrela) não podemos saber o que é (o sol).
C3. Logo, sem crença não há conhecimento.

2) “Estou olhando para uma mesa e, apesar de eu acreditar que ela é toda da mesma cor, as partes que refletem a luz parecem muito mais brilhantes que as outras, e algumas partes parecem brancas por causa da luz refletida. Imaginemos a seguinte situação. Várias pessoas estão a olhar para esta mesa no mesmo momento. Assim, nenhuma vê exatamente a mesma distribuição de cores, pois nenhuma dessas pessoas pode ver a mesa exatamente do mesmo ponto de vista. Além disso, qualquer mudança de ponto de vista provoca alguma mudança no modo como a luz é refletida na mesa”.
(RUSSEL, 2008 – adaptação. (Fonte: http://criticanarede.com/fil_aparenciareal.html)

P1. Várias pessoas estão a olhar para uma mesa no mesmo momento.
P2. Nenhuma dessas pessoas pode ver a mesa exatamente do mesmo ponto de vista.
P3. Qualquer mudança de ponto de vista provoca alguma mudança no modo como a luz é refletida na mesa.
C. Logo, nenhuma pessoa vê exatamente a mesma distribuição de cores da mesa.

3) A crença é uma condição necessária para o conhecimento. Além disso, para haver conhecimento, aquilo que acreditamos tem de ser verdade. No entanto, podemos acreditar em coisas que são verdadeiras sem saber realmente que são verdadeiras. Logo, a crença verdadeira não é suficiente para o conhecimento. (Fonte: A Arte de Pensar)


P1. A crença é uma condição necessária para o conhecimento.
P2. Para haver conhecimento, aquilo que acreditamos tem de ser verdade.
P3. Podemos acreditar em coisas que são verdadeiras sem saber realmente que são verdadeiras.
C. Logo, a crença verdadeira não é suficiente para o conhecimento.

4) Ter boas razões para acreditar em algo não garante que a crença seja verdadeira. Por exemplo, João tem boas razões para acreditar que há leite na geladeira, pois ele viu nela uma caixa cheia ainda a pouco. Mas não há leite na geladeira, porque a mãe de João decidiu fazer um pudim com aquele leite, sem ele saber. (Fonte: A Arte de Pensar)

P1. João tem boas razões para acreditar que há leite na geladeira.
P2. Não há leite na geladeira.
C. Ter boas razões para acreditar em algo não garante que a crença seja verdadeira.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

TURMA 1C - EXEMPLO PARA FAZER O EXERCÍCIO PARA A PRÓXIMA AULA 28/06/12


TURMA 1C, em virtude dos imprevistos das últimas duas semanas, vamos ter que agilizar nosso trabalho via web mesmo. Vou postar aqui um exemplo para que vocês possam fazer os exercícios para entregar na próxima aula.

Obs.: este exercício VALERÁ PONTOS para o trimestre corrente.



GABARITO Questão 1) Se sabemos, por exemplo, que o sol é uma estrela, é porque 

acreditamos nisso. Se não acreditamos que o sol é uma estrela, então também não podemos 

saber o que é. Logo, sem crença não há conhecimento. (Fonte: A Arte de Pensar, p.15 – 

adaptação)


Premissa 1. Sabemos (por exemplo, que o sol é uma estrela) porque acreditamos.

Premissa 2. Se não acreditamos (que o sol é uma estrela) não podemos saber o que é (o sol).

Conclusão. Logo, sem crença não há conhecimento.




Como podem ver, eu SUBLINHEI os INDICADORES de premissa e de conclusão. Feito isto, 

TRANSCREVI as frases que eu considerei premissas e conclusão do argumento.



Quaisquer outras dúvidas, é só me mandaram e-mail! marciatomazzoni@gmail.com.


Beijinhos!

Gabarito e Comentários sobre a Avaliação I

Boa tarde!

Meus amores, neste post vou colocar a resposta das questões do Trabalho I e fazer alguns comentários sobre o desempenho geral das duas turmas (1A e 1C).

GABARITO
1 - A
2 - B
3 - B
4 - B
5 - C
6 - C
7 - A função das premissas é sustentar/apoiar/justificar a conclusão do argumento.
8 - Ciência e Filosofia defendem teorias, que são constituídas por argumentos.

COMENTÁRIOS:

De modo geral, as turmas cometeram os mesmos erros. Por isso vou comentá-los de modo geral, também (isto é, os comentários valem para as duas turmas).

1) A questão 4 tinha um indicador de conclusão, vejam: "II – Assim, João não sabe que o Sol gira em torno do planeta Terra." Portanto, vocês já tinham a conclusão do argumento, mas, mesmo assim, muitos erraram a questão, por não terem prestado atenção na presença do indicador.


2) Na questão 6, mais uma vez vocês tinham o indicador DADO, bastava procurar no material de vocês se ele indicava premissa ou conclusão. Era o "assim", indicador de conclusão.


3) Na questão 7, eu aceitei como correta a resposta que mostrasse minimamente alguma coerência com o que trabalhamos em aula. Mas MUITOS (eu disse MUITOS) de vocês responderam: "a função das premissas é DEFINIR o argumento". Gente, eu NUNCA falei em DEFINIR um argumento, até porque isto não faz sentido. Um argumento a gente DEFENDE, JUSTIFICA, APÓIA, SUSTENTA, com as premissas. DEFINIR é outra coisa. Sugiro buscarem o significado no dicionário, para aprimorarem o vocabulário de vocês. Na TURMA 1A eu já pude exigir isto, mas na TURMA 1C, em virtude do número de aulas que estamos sem nos ver, não puder solicitar o trabalho. Antes de fazermos o nosso teste final, dia 05/JULHO, eu vou postar aqui os significados das palavras mais importantes. Mas o ideal seria que vocês fizessem isso por conta própria.


4) A questão 8 é mais complexa de avaliar. Porquê? Porque eu expliquei em aula, bati na tecla nas nossas DUAS PRIMEIRAS AULAS, sobre a SEMELHANÇA entre FILOSOFIA e CIÊNCIA. Ambas defendem TEORIAS (que são constituídas por argumentos). Entendo que a maioria de vocês ache que a Ciência não tem teorias, mas "verdades absolutas", mas eu expliquei, desde o início, que a Ciência trabalha com "verdades provisórias", que ela trabalha com teorias que são amplamente aceitas em virtude das muitas provas e evidências da verdade delas. Mas isto não quer dizer que não sejam TEORIAS. São apenas teorias muito bem sustentadas e, por isso, muito bem aceitas.



_ Com relação às notas, acredito que seja indelicado divulgar a notas de todos aqui no blog. Quem quiser saber a sua, pode me perguntar POR E-MAIL.